sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poema (LIX)

              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


Publicado no jornal Correio do Minho (Braga), de 14 de agosto de 1988. [Não registei a página. Desculpem!]

Sem título, apenas com a numeração «17», «Solitude» integra, depois, o livro O Que É Feito de Nós, [(pref. de Mário Cláudio), Viana do Castelo, Límia, 1988, p. 31].  Esta última versão encontra-se também neste blogue, AQUI. É acompanhada de desenho/pintura (aguarela, acrílico e pastel seco sobre papel) do Pintor Francisco Trabulo. 

NB - Todos os direitos reservados.

2 comentários:

  1. História tão linda, com paciência (in)decifrada ?

    Poesia e transcendência,quietude e êxtase, numa paisagem marítima onde não faltam dunas , lua, sol , gaivota, tudo em molduras visuais que proporcionam a vivência de tempo qualificado, tempo impoluto.

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    1. Muito obrigado, Ibel, pela leitura e apreciação crítica destes meus versos. Repito, sempre grato, que é um privilégio ter um(a) leitor(a) como tu. Abraço!

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