sexta-feira, 30 de setembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poema (XLVI)

     

                             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.




Publicado no «suplemento cultural» (ver infra) do jornal o diário,  no dia 5 de janeiro de 1986. Por descuido, não registei, no recorte, a página. Peço desculpa.

Este poema foi, depois, recolhido, sem título (apenas com a numeração "14") e com alterações de pontuação, no livro O Que É Feito de Nós (Viana do Castelo, Límia, 1988, p. 28, coleção «Pinus Pinaster»). Esta última versão encontra-se também reproduzida, neste blogue, acompanhada de uma interpretação / leitura  (aguarela e acrílico sobre papel) do Pintor Francisco Trabulo, como se pode (re)ver, AQUI.

Obs.- Todos os direitos reservados.

sábado, 24 de setembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poema (XLV)

            Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Este poema foi publicado, em 1984, na coletânea A Ilha do Amores, integrada na IV Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira. Apresento, abaixo, imagem, com reprodução digitalizada da capa, lista dos 75 colaboradores e página de rosto. A edição é da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto. O seu lançamento ocorreu em Cerveira, no dia 11 de agosto daquele ano.

NB - Todos os direitos reservados.

terça-feira, 20 de setembro de 2016


III. Dispersos


III.1. Poemas (XL a XLIV)

            Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


Os poemas, abaixo reproduzidos, foram publicados, no Brasil, em Dimensão - Revista de Poesia (Ano IV, n.º 8, 1.º Semestre de 1984; pp. 11-14), de cujo n.º apresento também a respetiva capa, ao fundo.
O seu editor era o poeta Guido Bilharinho e o Conselho Editorial era constituído pelos poetas Carlos Roberto Lacerda, Jorge Albero Nabut e Lincoln Borges de Carvalho.

Obs. - À exceção de «Ágata de Lábios», os poemas «Artes Poéticas», «Poema», «A Casa» e «De Remos» foram publicados, anteriormente, em o rito do pão (Coimbra, Centelha, 1981), já reproduzido também neste blogue, respetivamente, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.


NB - Todos os direitos reservados.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

                          

                    Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


III. Dispersos


III.1. Poemas (XXXVII a XXXIX)



             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Os três poemas, abaixo reproduzidos, foram publicados, no Brasil, em Dimensão - Revista de Poesia (Ano III, n.º 4, 1.º Semestre de 1982; pp. 11-12), de cujo n.º apresento também a respetiva capa, ao fundo.
O seu editor era o poeta Guido Bilharinho e o Conselho Editorial era constituído pelos poetas Carlos Roberto Lacerda, Jorge Albero Nabut e Lincoln Borges de Carvalho.


Obs. - O poema «O Riso das Ondas» foi publicado, anteriormente, em o rito do pão (Coimbra, Centelha, 1981, p. 26), e no «suplemento literário» (1.ª página) do jornal brasileiro Minas Gerais (Belo Horizonte, Ano XIV, 1981, n.º 763), já reproduzido também neste blogue. Cf., respetivamente, AQUI e AQUI.


NB - Todos os direitos reservados.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

IV. Frutos da Terra e do Homem

Pedro Homem de Mello faz hoje 112 anos. Parabéns!


                       Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


NB - Retratos do poeta colhidos em Google/Imagens.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXXV e XXXVI)

Publicados no «suplemento cultural» (ver infra) do jornal referido e na data indicada. Do respetivo recorte, por descuido, não guardei a página. Peço desculpa.



NB - Por gralha tipográfica e/ou distração do revisor (se o houve), estes poemas foram publicados como sendo de "Daniel" Rodrigues. A rasura (tentativa de correção, neste "post") é da minha responsabilidade.

Obs.- Todos os direitos reservados.



terça-feira, 16 de agosto de 2016

IV. Frutos da Terra e do Homem


                                                         Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


NB - O retrato é de José Rodrigues, colhido em Google/Imagens, tal como a fotografia do Poeta que integra o subcabeçalho.

domingo, 7 de agosto de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXXIV)



Publicado em ponto (jornal semanário de Lisboa), ano II, n.º 66, 4 a 10/2/1982, p. 24.


Obs. - Todos os direitos reservados.

sábado, 30 de julho de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXXIII)

Em dezembro de 1981, foi publicado (embora o título - falha lamentável da direção e/ou redação da revista), em Cadernos de Literatura (n.º 10, p. 74), do «Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra» (capa, infra), o poema seguinte:


Obs. 1 - Andrée Rocha era a Diretora desta revista e a sua Redação era constituída, também, por Carlos Reis, João Lopes e Clara Crabbée Rocha.

Obs. 2 - Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXXI e XXXII)



O jornal O Povo de Guimarães, no seu n.º 175, de 02/07/1981 (não registei a página), publicou, de o rito do pão, os dois poemas acima apresentados (digitalização do respetivo recorte). No livro (Coimbra, Centelha, 1981, pp. 30 e 31, respetivamente), os poemas têm, apenas, a numeração 2 e 3. A legenda da fotografia («Ao "Povo de Guimarães", a mesma luta pela dignidade do homem») é transcrição de parte da dedicatória que, então, escrevi no livro.

Obs. - Estes poemas encontram-se acessíveis, também neste blogue, AQUI.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXIX e XXX)


O jornal Minas Gerais, (Brasil, Belo Horizonte, Ano XIV, n.º 763) publicou, no seu «suplemento literário» de 16 de maio de 1981, ocupando toda a primeira página, dois poemas meus, de que, a seguir, reproduzo a respetiva fotografia.
 


Dadas as dimensões da página do jornal/suplemento (42 x 29), apresento, a seguir, a referida página/fotografia em dois recortes. Para facilitar a leitura.



Obs1 - Com ligeiras alterações de redação, estes poemas foram depois incluídos no livro o rito do pão (Coimbra, Centelha, 1981, pp. 17 e 26, respetivamente), como se mostra:


Obs2 - «Sobre um rosto» e «O riso das ondas» encontram-se também neste blogue, respetivamente, AQUI e AQUI.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

III. Dispersos


III.2. Contos (I)


Em Almanaque de Ponte de Lima, 1980, pp. 189-194, publiquei, a convite do seu organizador, António P. de M. dos Reis, o conto seguinte, intitulado «Zé-Grande e Zé-Pequeno». 
Trata-se de uma narrativa popular que minhas irmãs, nas noites de verão, me contavam (além de outras), quando criança, para não adormecer, enquanto minha mãe fazia a ceia.
Era minha intenção redigir, à minha maneia, esses contos e reuni-los num volume com o título de Contos que me Contaram. Tal projeto, porém, não foi além deste «Zé-Grande e Zé-Pequeno». Infelizmente. Mas foi ouvindo contar aqueles contos tradicionais que, em certa medida, também aprendi a escrever.




Obs. - Esta narrativa é uma versão portuguesa, por mim redigida, com base na versão oral contada e recontada pelas minhas irmãs, como acima referi, do conto (soube-o muito depois) «O Pequeno Claus e o Grande Claus» («Lille Klaus og Store Klaus»), escrito em 1835, de Hans Christian Andersen. Uma sua tradução para português pode ser lida AQUI, pp. 295-308.

terça-feira, 19 de julho de 2016

III. Dispersos



III.1. Poemas (XXVII e XXVIII)
 

Em Almanaque de Ponte de Lima, 1980 (cuja respetiva capa abaixo também reproduzo) publiquei, a convite do seu organizador, António P. de M. dos Reis, os dois poemas seguintes:


Obs.1 - Os poemas destinados ao livro então em preparação Montes d'Água foram incluídos em livros posteriores. Ou, pura e simplesmente, destruídos.
Obs.2 - Em «O Pão também se veste», no verso 4, onde se lê «broas», deve ler-se «bocas». O poema foi, de facto, incluído em o rito do pão (Centelha, Coimbra, 1981, p. 46), sem título, com o número 16, na secção «o rito do pão», e com alterações de redação, como a seguir se mostra, na respetiva cópia digitalizada:


Obs.2 - Esta última versão do poema encontra-se também "postada", neste blogue, AQUI.



quarta-feira, 13 de julho de 2016

David F. Rodrigues

Nota biografia e seleção de apreciações críticas aos seus livros de criação literária.





Obs. 1 - Todos os livros de poemas e de narrativas, acima referidos, encontram-se esgotados.


Obs2. - Mais informações sobre o trabalho do autor, no domínio da literatura (poesia, narrativa, estudos e crítica) em http://paosointegral.blogspot.pt/, bem como referências críticas desenvolvidas, de vários autores, sobre estes cantares fez & som escarnhos d'ora.

terça-feira, 12 de julho de 2016

III. Dispersos



III.1. Poemas (XXVI)
 
O jornal brasileiro Minas Gerais (Belo Horizonte, Ano XIII, n.º 667) publicou, no seu «suplemento literário» de 14 de julho de 1979, ocupando toda a primeira página, o meu poema «Corpo Gêmeo e Banco», de que reproduzo a respetiva fotografia. Dadas as dimensões da página do jornal/suplemento (42 x 29), o poema, a fim de ser mais facilmente legível, será, a seguir, também reproduzido, autonomamente.


O poema foi depois recolhido, com várias alterações de redação e composição, no livro o rito do pão (Coimbra, Centelha, 1981, pp. 20-21), como a seguir se reproduz, em páginas digitalizadas.

Esta última versão encontra-se também reproduzida neste blogue,  AQUI.

Obs. - Todos os direitos reservados.