segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poema (LXI e LXII)

           Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Com algumas gralhas, facilmente identificáveis (pelas quais, embora sem culpa, peço desculpa), os poemas que se seguem - SAUDAÇÃO e HOMO HOMINI (este precedido de breve nota biobibliográfica) - foram publicados em Escolma Poética / Primavera 1.989 (IX Festival da Poesía / Salvaterra de Miño), pp. 29 e 33, respetivamente. Estive também presente neste encontro ibérico de poesia, juntamente com os poetas portugueses António Rebordão Navarro, Egito Gonçalves, Isabel Aragão, José Viale Moutinho e Maurício de Sousa.




Apresento, de seguida, em paralelo, capa do catálogo e índice dos poemas e autores participantes neste festival.


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2 comentários:

  1. Não sei se , hoje, mais que nunca seremos irmãos. Parece que os passos brancos regrediram. Outras mãos sujas conspurcam nossos trilhos. Apesar de tudo, acredito que há sempre pinheiros sagrados e vozes de asas a fazerem-nos o voo.
    Gosto muito, também, da tua biografia.

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    1. Muito obrigado, Ibel. Continuo a crer, como em 1989, que os nossos vizinhos, em especial os galegos - dedicatários principais de "Saudação" - são (tão) homens bons, quanto nós. Falo do Povo. Sim, o voo só pode ser a nossa comum vocação. Um pinheiro sagrado há-de acolher-nos. Abraço amigo!

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