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sexta-feira, 10 de março de 2017

III. Dispersos


III.1. Poema (LXXII)

                       Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia



Publicado em EUFEME - magazine de poesia, n.º 1 (outubro/dezembro 2016), p. 28, a convite do poeta Sérgio Ninguém, editor e coordenador da publicação. Nota biobibliográfica do autor (p. 25) precede a sua (i. e., minha) colaboração.


NB1 -  A primeira publicação de «ponto final» foi AQUI.
NB2 - Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 6 de março de 2017

III. Dispersos


III.1. Poema (LXXI)

             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia



Publicado em EUFEME - magazine de poesia, n.º 1 (outubro/dezembro 2016), p. 27, a convite do poeta Sérgio Ninguém, editor e coordenador da publicação. Nota biobibliográfica do autor (p. 25) precede a sua (i.e., minha) colaboração.


NB1 -  A primeira publicação de «discurso a refeição», sem título, foi AQUI.
NB2 - Todos os direitos reservados.

domingo, 5 de março de 2017

III. Dispersos


III.1. Poema (LXX)

             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia



Publicado em EUFEME - magazine de poesia, n.º 1 (outubro/dezembro 2016), p. 26, a convite do poeta Sérgio Ninguém, editor e coordenador da publicação. Nota biobibliográfica do autor (p. 25) precede «Solitude».



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

III. Dispersos


III.1. Poema (LXIX)

             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia


Publicado, sem título, em Limiana - Revista de Informação, Cultura e Turismo (Ano VII - N.º 36), Fevereiro de 2014, p. 10. Este poema encerra artigo de Cláudio Lima, intitulado «David Rodrigues - Poeta Limiano», publicado no mesmo número da referida revista, pp. 8-10.

«cai a chuva» encontra-se também publicado AQUI.

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

III. Dispersos


III.1. Poema (LXVIII)

             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Ainda não Encontrei Amigo a Palavra*

[Ao Professor Lima de Carvalho]


ainda não encontrei amigo a palavra
prometida apesar das enciclopédias
dos dicionários e livros inumeráveis
ainda não encontrei amigo a palavra
que em dia de pedras anónimas jurei
inscrever contra os insectos da luz efémera
avarentos inebriados de fome incontida
entre as colheitas da seara pródiga
ainda não encontrei amigo a palavra
que em tarde lenta de domingo te prometi
descobrir num poema breve de preferência
redondilha ou verso branco de terra
sal e vento como sentias e sempre desejavas
quando subitamente deixaste de atender
               o telefone e tanto silêncio alto então caiu
               sobre a boca assim nascendo o sabor da ausência
               ainda não encontrei amigo a palavra
               prometida cuja fonte incerta procuro e agora só
               quero entregar-te em mão própria com o abraço
               que daremos na devida altura do nosso reencontro

               David F. Rodrigues
               [Dezembro, 2006]

* Texto destinado ao n.º 3 da revista IPVC-Academia, organizado em memória e homenagem ao Prf. Lima de Carvalho (1928-2006), que todavia não chegou a ser editado.

«Ainda não Encontrei Amigo a Palavra» foi publicado em A Falar de Viana, 2012 (Vol. I, Série 2), Viana do Castelo, Vianafestas; p. 41.

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domingo, 29 de janeiro de 2017

III. Dispersos


III.1. Poema (LXVII)


             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Publicado em Cadernos Vianenses (Tomo 30), 2001, Viana do Castelo: Câmara Municipal de Viana do Castelo; p. 144. Capa:



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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

III. Dispersos


III.1. Poemas (LXV e LXVI)


             Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.




Acompanhados de fotografia e nota biobibliográfica do autor, este poemas foram publicados em Colectânea de Autores Limianos Contemporâneos (Ponte de Lima: Câmara Municipal de Ponte de Lima, 1996, pp. 46 e 47). Capa:


«Aqui Já / Jaz» foi inicialmente publicado, sem título, apenas com a numeração «27», no livro O Que É Feito de Nós (Viana do Castelo: Límia, 1988, p. 41), depois reproduzido, neste blogue, AQUI. Por sua vez, «Falo / Falo a Eloquência do Corpo» sofreu algumas alterações, relativamente à primeira versão, inicialmente publicada na coletânea A Ilha dos Amores (Porto: Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, 1984, s/p), integrada ma IV Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira, tal como se encontra reproduzido, também neste blogue, AQUI.

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