Mostrar mensagens com a etiqueta David F. Rodrigues.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta David F. Rodrigues.. Mostrar todas as mensagens

sábado, 10 de novembro de 2018

domingo, 8 de abril de 2018


Egito Gonçalves faz, hoje, 98 anos.


Mais: AQUI.
NB - Os retratos do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / Egito Gonçalves.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Frutos da Terra e do Homem

Afonso Lopes Vieira faz, hoje, 148 anos.


NB - As fotografias da Poeta foram colhidas em Google / Imagens / Afonso Lopes Vieira

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

    IV. Frutos da Terra e do Homem



FIRMINO MENDES
[Fotografia de Eduardo Guerra]




(2017 – Inéditos)

Firmino Mendes


FIRMINO MENDES nasceu em Guimarães, em 5 de dezembro de 1949. Licenciado em Filosofia e Humanidades, frequentou os mestrados de Linguística Portuguesa Histórica, sob a orientação de Amadeu Torres, e de Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa, sob a orientação de Vítor Aguiar e Silva. Concluiu, ainda, uma pós-graduação, na Universidade Aberta, em História de Lisboa. Como professor de Português, foi responsável pela formação de professores, tendo sido, ainda, durante dez anos, professor de Estética e de Teoria da Comunicação, na ESAP (Escola Superior Artística do Porto).

Publicou nos Cadernos de Literatura, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1978. Em 1991, com o livro Ilha sobre Ilha (Caminho, 1993), venceu o Prémio Nacional de Revelação em Poesia, da Associação Portuguesa de Escritores (APE), tendo recebido, ainda, uma menção honrosa com o livro Invocação e Ofícios (1993). Publicou, ainda, Fronteira Animal, Um Segredo Guarda o Mundo, A Terra e os Dias, tendo alcançado alguns prémios nacionais de poesia, como os de Maria Lamas, Florbela Espanca, Sebastião da Gama, Vítor Matos e Sá, do Conselho Científico da Faculdade de Letras, da Universidade de Coimbra, e, com o inédito Desvelamentos, o Prémio Cidade de Almada.

Participou em várias antologias e publicou, ainda, alguns ensaios, como Walt Whitman e Álvaro de Campos, na revista Tabacaria, da Casa Fernando Pessoa, ou Octavio Paz e António Ramos Rosa: o Silêncio da Palavra Poética, na Colóquio-Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian.

Obs. – Poemas e nota biobibliográfica indicados pelo autor.

           Agradeço ao poeta Firmino Mendes ter aceitado participar nesta «conVocação».
[Muito obrigado, Firmino. DFR]

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

IV. Frutos da Terra e do Homem

António Gedeão faz, hoje, 111 anos.

NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google / Imagens / António Gedeão.
NB2 - Hoje também faz anos Maria Gabriela Llansol.

quarta-feira, 8 de março de 2017


   João de Deus faz hoje* 187 anos.

João de Deus, 197410: Campo de Flores (Tomo II).
Amadora: Bertrand; p. 135.

Para recordar e/ou ler e/ou ser (melhor) informado:

«[…] Surgido para a poesia numa época muito pouco afortunada, em que o ultra-romantismo começava a desagregar-se – e, sobretudo, a desacreditar-se -, João de Deus logo a breve trecho se impôs como lírico excepcional, pela atitude do sentimento, pela casta singeleza da inspiração e pela graciosa naturalidade da linguagem. [...]»
David MOURÃO-FERREIRA, 1969: "A propósito de João de Deus".
Tópicos de Critica e de História Literária. Lisboa: União Gráfica; pp. 76-77.

* Também fazem anos, hoje, «RuyCinatti» e «José Blanc de Portugal».

NB1 - As fotografias da Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / João de Deus.
NB2 - Respeitadas grafia e pontuação das edições consultadas.

sábado, 30 de abril de 2016

IV. Frutos da Terra e do Homem



Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.

                                                                                                                 (Fotografia de Sara Canelhas)



JORGE VELHOTE


TRÊS POEMAS
do livro
É FRIA A ÁGUA NA ESCURIDÃO DOS POÇOS
(Inédito)



Jorge Velhote, Porto, Maio 1954.
Crê que ao olhar se devolve o trânsito da imaginação, restos e fragmentos da natureza, a proximidade dos espelhos, do abismo onde se despenha a solidão e se crava o fulgurante punhal da memória. Cada poema, cada fotografia, desnuda nocturno os vestígios urdidos em cenário e emerge mundo reflectido pela amplificação dos seus sinais. Nesse tumulto perpassa o recolhimento entre luz e sombra, o ímpeto cintilante das águas, a metamorfose dos enigmas e dos segredos. O que para além das palavras se declina elevando-se essência de claridade: Atrito de Gotas (em colaboração); Os Sinais Próximos da Certeza; Hermeneutical Studies; Os Mapas Sem Fronteiras Sufocam Os Lugares; Máquina de Relâmpagos; Pele; Narrativa da Foz Do Douro; Luz Plural (em colaboração).

Obs. – Agradeço ao poeta Jorge Velhote ter aceitado participar nesta «conVocação». Poemas, nota biobibliográfica e grafia são da exclusiva responsabilidade do autor. [Muito obrigado, Jorge. DFR]