Todos os dias são da poesia como pão nosso de cada dia.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
NB - Este é o primeiro de três escritos que, com intenção poético-literária, aqui publicarei, com o mesmo título, nos dois próximos "posts".
NB - Publicado depois, sem título, apenas com a numeração «15.1.», em o rosto, Leça da Palmeira, Eufeme, n.º 14 da coleção «Poetas da Eufeme», 2018, p. 25.
segunda-feira, 30 de março de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
trémula levemente
tímida
a mão lá fui
devagarinho
deslizando entre os
ramos
tenros até junto do
ninho
nesse instante a
mansa ave
inesperadamente num
grito
súbito estridente
levantava
um veloz voo a
recolheu
invisível entre a
erva brava
que sedenta a fonte
cercava
despertei de costas
caído sobre
rude silvedo
esquecível mais não
a cicatriz dos
inúmeros espinhos
que hoje ainda me
afetam o coração
david
f. rodrigues
viana, 11-02-2015
NB - Todos os direitos reservados.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
coração relógio de precisão
hoje acordei e não ouvi bater o teu coração pousei a mão direita no peito onde o escondes seguro como cofre forte na ausência da cadência do preciosíssimo relógio o meu ouvido esquerdo colei intensamente à tua pele delicada num sussurro ínfimo como segredo íntimo me disseste corda suficiente ontem não me deste um terno beijo então demorei longamente nos teus lábios entreabertos novamente ouvi bater o teu coração ritmado como relógio que sem corda nunca nunca tivesse estado.
david f. rodrigues
viana, 06-02-2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
NB - Publicado depois, sem título, apenas com a numeração «5.», em o rosto, Leça da Palmeira, Eufeme, n.º 14 da coleção «Poetas da Eufeme», 2018, p. 13.