terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
IV. Frutos da Terra e do Homem

Areia do Teu Nome (Poesia amorosa) é uma nova coletânea de poemas da autoria de Maria do Sameiro Barroso. Disse coletânea, na medida em que, neste volume, conforme a poetisa refere, em nota, no final do livro, estamos perante «poemas de temática amorosa, publicados em versões anteriores, em antologias e revistas literárias», tendo-lhe juntado, todavia, «alguns inéditos.» [p. 61]
A poetisa tem o cuidado de subintitular a coletânea de «Poesia amorosa» e não de poesia de amor, para evitar, possivelmente, eventuais confusões entre poemas de conteúdo e natureza sobretudo afetivos e/vs. poemas de conteúdo e natureza mais eróticos.
De facto, é essencialmente no âmbito da segunda hipótese que se inscrevem os poemas de Areia do Teu Nome, mesmo quando, como no belíssimo poema que a seguir se transcreve, uma comedida e discreta sensualidade / sexualidade, desejada, primeiro, e praticada, depois, pelo sujeito poético, se inscreve como condição natural, porém, de vida entre os dois amantes. Convém ter presente, por outro lado, que se trata de um livro de poesia. Por isso, o amor que aqui se desfruta é, antes de mais, «a seiva doce do poema». [p. 49]
Obs. - Agradeço à poetisa a amável oferta do livro.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
I. Poesia em livro
Obs. - O exercício poético acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (pastel seco, tinta da china e aguarela sobre papel) do pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação
do post anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - O exercício poético acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (pastel seco, tinta da china e aguarela sobre papel) do pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".
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«O que é feito de nós» (1988),
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IV. Frutos da Terra e do Homem
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
Ruy Belo faz hoje 92 anos.
NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / Ruy Belo.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
IV. Frutos da Terra e do Homem
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.Cesário Verde faz hoje 160 anos.
NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / Cesário Verde.
NB2 - Foram respeitadas grafia e pontuação da edição consultada.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
IV. Frutos da Terra e do Homem
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
José Augusto Seabra faz hoje 78 anos.
NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / José Augusto Seabra.
NB2 - Foram respeitadas grafia e pontuação da edição consultada.
IV. Frutos da Terra e do Homem
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
David Mourão-Ferreira faz hoje 88 anos.
NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / David Mourão-Ferreira.
NB2 - Foram respeitadas grafia e pontuação da edição consultada.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
I. Poesia em livro
[Paratextos]
[Capa e badana01]
[Pág. de rosto e ficha técnica]
[Pref. de Mário Cláudio]
[Fotografia de José Pastor e autógrafo do autor]
Obs. - A fim de evitar sobrecarga deste post, apresentei algumas páginas em paralelo ou sobrepostas.
[Continuará]
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domingo, 22 de fevereiro de 2015
efémera toalha de seda
a aranha por questão
de higiene particular
dispõe sempre de toalha
nova em cada refeição
mas a mesa nunca arruma
limpando as migalhas da teia
o servil tempo é sua ideia
entregar-se-á a destruir
os fios concêntricos
da efémera perfeição da seda
david f. rodrigues
viana, 08-02-2015
de higiene particular
dispõe sempre de toalha
nova em cada refeição
mas a mesa nunca arruma
limpando as migalhas da teia
o servil tempo é sua ideia
entregar-se-á a destruir
os fios concêntricos
da efémera perfeição da seda
david f. rodrigues
viana, 08-02-2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Publicado, depois, sem título, em estes cantares fez & som escarnhos d'ora. Ed. A. / Viana do Castelo, 2105/2016, pp. 36-37.
NB - Todos os direitos reservados.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
E fim da apresentação de Dilúvio de Chamas (1985).]
Dilúvio
de Chamas (1985)
Links dos post publicados:
a)
Capa e primeiros paratextos: http://paosointegral.blogspot.pt/2014/12/i.html
c) Pp. 13-16: http://paosointegral.blogspot.pt/2014/12/i_12.html
d) Pp.
17-20: http://paosointegral.blogspot.pt/2014/12/i_30.html
e)
Pp. 21-26: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/01/i.html
f) Pp.
27-32: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/01/i_16.html
g) Pp.
33-37: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/01/i_25.html
h)
Pp. 38-41: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/02/i.html
i)
Pp. 42-45: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/02/i_11.html
j)
Pp. 46-50: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/02/i_16.html
k)
Índice e últimos paratextos: http://paosointegral.blogspot.pt/2015/02/i_18.html
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
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