segunda-feira, 14 de agosto de 2017
sábado, 12 de agosto de 2017
segunda-feira, 31 de julho de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Manuel Bandeira faz hoje 131 anos
Manuel Bandeira, 1968: Poesias de Manuel Bandeira.
(Selecção
e Prefácio de Adolfo Casais Monteiro)
Lisboa:
Portugália; p. 27.
«[…]
O equilíbrio do verso, a leveza rítmica
e o apuro estilístico caracterizam uma poesia aparentemente simples na sua
forma, ocultando, porém, um trabalho rigoroso. Bandeira foi um poeta
multifacetado, capaz de experimentar os ritmos e as imagens de acordo com as
suas relevâncias, circulando entre o humor genuíno e crítico, certa melancolia
metafísica e um lirismo universal. […]»
Jorge Henrique BASTOS, 2002:
Antologia de Poesia Brasileira do Século XX
– Dos modernistas à actualidade. (Selecção, introdução e notas de
J. H. B.)
Lisboa:
Antígona; p. 35.
NB1 - As
fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em
Google+ / Imagens / Manuel Bandeira.
NB2 - Respeitada
grafia e pontuação da edição consultada. Reprodução digitalizada do poema.
terça-feira, 18 de abril de 2017
Antero de Quental faz hoje 175 anos
Antero de Quental, 19724:
Sonetos.
(Edição
organizada, prefaciada e anotada por António Sérgio)
Lisboa:
Sá Costa; p. 204.
«[…]
A poesia de Antero quase nunca procura
criar símbolos – prefere usar as alegorias tradicionais e infundir-lhe sentidos
simbólicos. Muito raramente constrói um estado de alma ou um sentimento com a
magia das palavras, a sugestividade das alusões – mas, muitas vezes, damos
connosco a descobrir que as batidas palavras da linguagem tópica do lirismo não
significam ali o que até então tinham significado. O que separa Antero dos
românticos que o precederam ou eram ainda seus contemporâneos é muito menos a
busca de uma linguagem nova, ou abandono de demasiado usadas imagens e
expressões, do que a densidade intelectual com que ele permeia tudo isso. […]»
Jorge de SENA, 20012: «Antero
Revisitado».
Em
Estudos de Literatura Portuguesa I.
Lisboa: Edições 70; p. 146.
NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Antero de Quental.
NB2 - Respeitada grafia e pontuação da edição consultada. Reprodução digitalizada do poema.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Sebastião da Gama faz hoje* 93 anos
Sebastião da Gama, s/d (4.ª ed.): Serra Mãe – Poemas.
Lisboa: Ática, p. 64.
Para recordar e/ou ler e/ou ser (mais)
informado:
AQUI e «Sebastião da Gama, o poeta da serra da
Arrábida (vídeo)» e/ou «Sebastião da Gama – Infopédia»
«[…] Sebastião da Gama não terá falado tanto da morte somo muitos outros
poetas mas falou o suficiente para que o destino que lhe coube imprimisse um
tom particularmente comovedor às suas fugazes incursões em tal domínio. Mas o
que particularmente o individualiza, por mais frequente nele e mais raro nos
outros, é o optimismo, a confiança na vida, a concepção e a prática saudável da
poesia. […]»
Ruy BELO, 1970 [19712]:
«Prefácio à 2.ª Edição».
Em,
Sebastião da Gama, 19712: Pelo
Sonho É Que Vamos. Lisboa:
Ática; p. 18.
NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Sebastião da Gama..
NB2 - Respeitada grafia e pontuação da edição consultada. Reprodução digitalizada do poema.
*Daniel Faria faz hoje 46 anos.
Daniel Faria faz hoje* 46 anos
Daniel Faria, 2012: Poesia.
Porto:
Assírio & Alvim; p. 424. Lisboa: Ática, p. 64.
Para recordar e/ou ler e/ou ser (mais)
informado:
«Alexandra Lucas Coelho - “o rapaz
raro”» e/ou «Maria Teresa Dias Furtado – “Daniel
Faria: Se fores pelo centro de ti mesmo”»
«O mundo de Daniel Faria é o mundo do símbolo, um mundo em que existe o
tudo e onde é lançado conjuntamente, um mundo onde há um centro para o qual
convergem todos os sentidos: “Desejo o útero de tudo” […], escreve o Poeta,
colocando-se na posição daquele [que] caminha para esse centro. Nesse mundo,
onde o sentido é concebido como absoluto, a escrita nasce da atenção e da
escuta, que são atitudes daquele que está em silêncio, não daquele que fala ou
escreve. […]»
Rosa
Maria MARTELO, 2010: «A magnólia “maior
/ E mais bonita do que a palavra”».
Em
A Forma Informe – Leituras de poesia. Lisboa: Assírio & Alvim; p. 287.
NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Daniel Faria.
NB2 - Respeitada grafia e pontuação das edições consultadas.
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"Estuário",
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