quarta-feira, 19 de abril de 2017


    Manuel Bandeira faz hoje 131 anos

Manuel Bandeira, 1968: Poesias de Manuel Bandeira.
(Selecção e Prefácio de Adolfo Casais Monteiro)
Lisboa: Portugália; p. 27.

«[…] O equilíbrio do verso, a leveza rítmica e o apuro estilístico caracterizam uma poesia aparentemente simples na sua forma, ocultando, porém, um trabalho rigoroso. Bandeira foi um poeta multifacetado, capaz de experimentar os ritmos e as imagens de acordo com as suas relevâncias, circulando entre o humor genuíno e crítico, certa melancolia metafísica e um lirismo universal. […]»
Jorge Henrique BASTOS, 2002: Antologia de Poesia Brasileira do Século XX
– Dos modernistas à actualidade. (Selecção, introdução e notas de J. H. B.)
Lisboa: Antígona; p. 35.

NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Manuel Bandeira.
NB2 - Respeitada grafia e pontuação da edição consultada. Reprodução digitalizada do poema.

terça-feira, 18 de abril de 2017



    Antero de Quental faz hoje 175 anos

Antero de Quental, 19724: Sonetos.
(Edição organizada, prefaciada e anotada por António Sérgio)
Lisboa: Sá Costa; p. 204.

«[…] A poesia de Antero quase nunca procura criar símbolos – prefere usar as alegorias tradicionais e infundir-lhe sentidos simbólicos. Muito raramente constrói um estado de alma ou um sentimento com a magia das palavras, a sugestividade das alusões – mas, muitas vezes, damos connosco a descobrir que as batidas palavras da linguagem tópica do lirismo não significam ali o que até então tinham significado. O que separa Antero dos românticos que o precederam ou eram ainda seus contemporâneos é muito menos a busca de uma linguagem nova, ou abandono de demasiado usadas imagens e expressões, do que a densidade intelectual com que ele permeia tudo isso. […]»
Jorge de SENA, 20012: «Antero Revisitado».
Em Estudos de Literatura Portuguesa I.
Lisboa: Edições 70; p. 146.

NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Antero de Quental.
NB2 - Respeitada grafia e pontuação da edição consultada. Reprodução digitalizada do poema.

segunda-feira, 10 de abril de 2017


    Sebastião da Gama faz hoje* 93 anos


Sebastião da Gama, s/d (4.ª ed.): Serra Mãe – Poemas.
Lisboa: Ática, p. 64.

Para recordar e/ou ler e/ou ser (mais) informado: 

«[…] Sebastião da Gama não terá falado tanto da morte somo muitos outros poetas mas falou o suficiente para que o destino que lhe coube imprimisse um tom particularmente comovedor às suas fugazes incursões em tal domínio. Mas o que particularmente o individualiza, por mais frequente nele e mais raro nos outros, é o optimismo, a confiança na vida, a concepção e a prática saudável da poesia. […]»
Ruy BELO, 1970 [19712]: «Prefácio à 2.ª Edição».
Em, Sebastião da Gama, 19712: Pelo Sonho É Que Vamos. Lisboa: Ática; p. 18.

NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Sebastião da Gama..
NB2 - Respeitada grafia e pontuação da edição consultada. Reprodução digitalizada do poema.

*Daniel Faria faz hoje 46 anos.

    Daniel Faria faz hoje* 46 anos


Daniel Faria, 2012: Poesia.
Porto: Assírio & Alvim; p. 424. Lisboa: Ática, p. 64.

Para recordar e/ou ler e/ou ser (mais) informado: 

«O mundo de Daniel Faria é o mundo do símbolo, um mundo em que existe o tudo e onde é lançado conjuntamente, um mundo onde há um centro para o qual convergem todos os sentidos: “Desejo o útero de tudo” […], escreve o Poeta, colocando-se na posição daquele [que] caminha para esse centro. Nesse mundo, onde o sentido é concebido como absoluto, a escrita nasce da atenção e da escuta, que são atitudes daquele que está em silêncio, não daquele que fala ou escreve. […]»
Rosa Maria MARTELO, 2010: «A magnólia “maior / E mais bonita do que a palavra”».
Em A Forma Informe – Leituras de poesia. Lisboa: Assírio & Alvim; p. 287.

NB1 - As fotografias do Poeta que ilustram este "post" foram colhidas em Google+ / Imagens / Daniel Faria.
NB2 - Respeitada grafia e pontuação das edições consultadas.