quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

IV. Frutos da Terra e do Homem

Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
     
Florbela Espanca faz hoje 122 anos.


Obs. - A fotografia da poeta, no cabeçalho, foi colhida AQUI. O retrato que acompanha o poema é de Apeles Espanca, irmão da poeta, e é uma digitalização da reprodução que, como extratexto, se encontra na obra referida, entre as pp. 128-129.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

IV. Frutos da Terra e do Homem

Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.

     José Carlos Ary dos Santos faz hoje 79 anos.



NB - As fotografias do poeta foram colhidas na internete, google / imagens.

sábado, 3 de dezembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poema (LVIII)

              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.




Publicado no jornal Correio do Minho (Braga), n.º 247, Série VI, Ano LXI, de 14 de julho de 1988. [Não registei a página. Desculpem!]

NB - Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poema (LVII)

              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Publicado, no Brasil, em Dimensão - Revista de Poesia (Ano VIII, n.º 15, 2.º Semestre de 1987; p. 38). O seu editor era o poeta Guido Bilharinho e o Conselho Editorial era constituído pelos poetas Carlos Roberto Lacerda, Jorge Albero Nabut e Lincoln Borges de Carvalho. [Capa e contracapa do referido n.º, abaixo]


«DIS CURSOS» fez parte da «Seção Especial», intitulada «Poetas Portugueses (Mais) Contemporâneos», que tive a honra (e o trabalho) de organizar e "prefaciar", escrevendo um pequena "nota". [Cf. pp. 29-51]


Reproduzo "nota" e lista dos poetas colaboradores, a quem, mais uma vez, agradeço a participação nesta "amostragem", e a quem deixo um novo abraço. [Cf. pp. 31 e 32]


NB - Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016


IV. Frutos da Terra e do Homem



                       Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


                                             António Gedeão faz hoje 110 anos.


NB - À exceção da capa do livro, as fotografias que ilustram este post foram colhidas em Google / Imagens.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (LV e LVI)

              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



Publicados na revista galega Nordés - Poesía e Crítica, Xaneiro, 1983, n.º 10, p. 10.


«Arte Poética», em nova versão, foi incluído em Dilúvio de Chamas (1985, Porto, Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, p. 15), com o título de «7. Caminhos de Água». Esta versão encontra-se reproduzida, neste blogue, AQUI.

NB - A edição destes «dispersos», neste blogue, não segue a cronologia (deveria ter sido após este "post") da sua publicação, uma vez que a revista Nordés só hoje foi encontrada. Peço desculpa!

Obs.- Todos os direitos reservados.

sábado, 12 de novembro de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (LI a LIV)

              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.




Poemas publicados em Antologia de Poetas do Alto Minho (Desde o século XII aos nossos dias), com prefácio de Amadeu Torres (Castro Gil), seleção e organização de Laureano C. Santos (Viana do Castelo, Câmara Municipal de Viana do Castelo, 1987; pp. 44-45). 


Os poemas «Os olhos amadurecem na seara» e «A alegria» foram selecionados do livro o rito do pão (Coimbra, Centelha, 1981; pp. 38 e 45), com a numeração «10.» e «15.», respetivamente. Os poemas «A Ferrugem das Unhas» e «Onde Cai a Sombra» tinham sido publicados em Dilúvio de Chamas (Porto, Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, 1985; pp. 34 e 48).
Na referida Antologia, de «A Ferrugem das Unhas», o organizador selecionou apenas os dois primeiros tercetos que, todavia, juntou numa só estrofe; de «Onde o Céu Tem a Sua Mesa», selecionou, apenas, também o fragmento transcrito.

Cabe referir que o autor dos poemas autorizou que o organizador da Antologia procedesse à  seleção dos textos, embora não esperasse que realizasse cortes nos poemas. Enfim! 

Estes quatro poemas, na sua versão integral, encontram-se reproduzidos neste blogue: «Os olhos amadurecem na seara» / «10.», AQUI; «A alegria celebra o rito do pão» / «15.», AQUI; «A Ferrugem das Unhas», AQUI; e «Onde Cai a Sombra», AQUI.

Obs.- Todos os direitos reservados.