segunda-feira, 25 de julho de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXXI e XXXII)



O jornal O Povo de Guimarães, no seu n.º 175, de 02/07/1981 (não registei a página), publicou, de o rito do pão, os dois poemas acima apresentados (digitalização do respetivo recorte). No livro (Coimbra, Centelha, 1981, pp. 30 e 31, respetivamente), os poemas têm, apenas, a numeração 2 e 3. A legenda da fotografia («Ao "Povo de Guimarães", a mesma luta pela dignidade do homem») é transcrição de parte da dedicatória que, então, escrevi no livro.

Obs. - Estes poemas encontram-se acessíveis, também neste blogue, AQUI.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

III. Dispersos


III.1. Poemas (XXIX e XXX)


O jornal Minas Gerais, (Brasil, Belo Horizonte, Ano XIV, n.º 763) publicou, no seu «suplemento literário» de 16 de maio de 1981, ocupando toda a primeira página, dois poemas meus, de que, a seguir, reproduzo a respetiva fotografia.
 


Dadas as dimensões da página do jornal/suplemento (42 x 29), apresento, a seguir, a referida página/fotografia em dois recortes. Para facilitar a leitura.



Obs1 - Com ligeiras alterações de redação, estes poemas foram depois incluídos no livro o rito do pão (Coimbra, Centelha, 1981, pp. 17 e 26, respetivamente), como se mostra:


Obs2 - «Sobre um rosto» e «O riso das ondas» encontram-se também neste blogue, respetivamente, AQUI e AQUI.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

III. Dispersos


III.2. Contos (I)


Em Almanaque de Ponte de Lima, 1980, pp. 189-194, publiquei, a convite do seu organizador, António P. de M. dos Reis, o conto seguinte, intitulado «Zé-Grande e Zé-Pequeno». 
Trata-se de uma narrativa popular que minhas irmãs, nas noites de verão, me contavam (além de outras), quando criança, para não adormecer, enquanto minha mãe fazia a ceia.
Era minha intenção redigir, à minha maneia, esses contos e reuni-los num volume com o título de Contos que me Contaram. Tal projeto, porém, não foi além deste «Zé-Grande e Zé-Pequeno». Infelizmente. Mas foi ouvindo contar aqueles contos tradicionais que, em certa medida, também aprendi a escrever.




Obs. - Esta narrativa é uma versão portuguesa, por mim redigida, com base na versão oral contada e recontada pelas minhas irmãs, como acima referi, do conto (soube-o muito depois) «O Pequeno Claus e o Grande Claus» («Lille Klaus og Store Klaus»), escrito em 1835, de Hans Christian Andersen. Uma sua tradução para português pode ser lida AQUI, pp. 295-308.

terça-feira, 19 de julho de 2016

III. Dispersos



III.1. Poemas (XXVII e XXVIII)
 

Em Almanaque de Ponte de Lima, 1980 (cuja respetiva capa abaixo também reproduzo) publiquei, a convite do seu organizador, António P. de M. dos Reis, os dois poemas seguintes:


Obs.1 - Os poemas destinados ao livro então em preparação Montes d'Água foram incluídos em livros posteriores. Ou, pura e simplesmente, destruídos.
Obs.2 - Em «O Pão também se veste», no verso 4, onde se lê «broas», deve ler-se «bocas». O poema foi, de facto, incluído em o rito do pão (Centelha, Coimbra, 1981, p. 46), sem título, com o número 16, na secção «o rito do pão», e com alterações de redação, como a seguir se mostra, na respetiva cópia digitalizada:


Obs.2 - Esta última versão do poema encontra-se também "postada", neste blogue, AQUI.



quarta-feira, 13 de julho de 2016

David F. Rodrigues

Nota biografia e seleção de apreciações críticas aos seus livros de criação literária.





Obs. 1 - Todos os livros de poemas e de narrativas, acima referidos, encontram-se esgotados.


Obs2. - Mais informações sobre o trabalho do autor, no domínio da literatura (poesia, narrativa, estudos e crítica) em http://paosointegral.blogspot.pt/, bem como referências críticas desenvolvidas, de vários autores, sobre estes cantares fez & som escarnhos d'ora.