segunda-feira, 4 de julho de 2016

III. Dispersos

III.1. Poemas (XXIII)

 
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no semanário limiano Cardeal Saraiva (ano LXVII, n.º 2727, de 29-04-1977, p. 2) o poema seguinte.


Obs.- Todos os direito reservados.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

IV. Frutos da Terra e do Homem


(re)Citações


Todos os dias são da poesia como pão nosso de cada dia.




Obs. - Reprodução do poema devidamente autorizada pela editora: Assírio & Alvim - Grupo Porto Editora. Muito obrigado.

NB - Um dos mais belos livros de poesia que li nos últimos tempos. No mesmo dia, li-o duas vezes. E alguns poemas três e mais vezes. Parabéns, Filipa Leal!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

III. Dispersos

III.1. Poemas (XXII)

 
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, em 1975, no jornal limiano O Povo do Lima (n.º 6, de 12-03-1975, p. 2) o poema seguinte. O mesmo poema, com algumas alterações de composição, foi, depois, incluído no livro Vibração de Nervos (1976, p. 15-a). Esta última versão foi recentemente reproduzida neste blogue, AQUI.
Reproduzo, abaixo, depois do poema, o cabeçalho de O Povo do Lima, onde o poema inicialmente publicado.

Versão publicada em O Povo do Lima.


Versão publicada em Vibração de Nervos.

NB - Todo os direitos reservados.


domingo, 26 de junho de 2016

III. Dispersos

III.1. Poemas (XXI)


Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, em 1975, no jornal limiano O Povo do Lima (n.º 7, de 26-03-1975, p. 4) o poema seguinte. Reproduzo, abaixo, depois do poema, o cabeçalho do referido jornal.

Obs. - Escrito embora em 1972, este poema esteve "engavetado" até 1975, dado o seu caráter evidentemente político. Contexto: repressão policial sobre jovens estudantes (entre os quais o próprio) que faziam uma serenata a estudantes de um colégio feminino bracarense.



NB - Todo os direitos reservados.


Obs. - Este "post" foi atualizado no dia 28/06/2016.