sexta-feira, 27 de maio de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Etiquetas:
«já todos os dicionários consultei»,
David F. Rodrigues,
frutos da terra e do homem,
pão integral,
poemas inéditos,
Viana do Castelo.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XVII)
III.1. Poemas (XVII)
Com o pseudónimo de david guerreiro, publiquei, em «Convergência, Artes & Letras», n.º 33, suplemento cultural do jornal angolano Ecos do Norte (Malanje), em 27-10-1974, a convite do escritor e amigo Vergílio Alberto Vieira (coordenador do referido suplemento e cumprindo, então, o serviço militar em Angola) «Poema» depois, incluído na coletânea Vibração de Nervos (1976, pág. 18), com o título de «poema de / ao fogo». Aqui, o penúltimo verso teve a redação «em prometeu permitido». Ainda não consegui apurar o n.º do jornal, nem a página onde o poema saiu, pela primeira vez.
Reproduzo, abaixo, o poema tal como foi publicado em Vibração de Nervos (Ver AQUI) e o cabeçalho do referido suplemento cultural angolano.
Etiquetas:
«Convergência - Ecos do Norte - Malanje - Angola»,
«poema»,
David F. Rodrigues,
David Guerreiro,
dispersos,
pão integral,
poemas,
Vergílio Alberto Vieira.
domingo, 15 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XVI)
III.1. Poemas (XVI)
Com o pseudónimo de david guerreiro, publiquei, em «Convergência, Artes & Letras», suplemento cultural do jornal angolano Ecos do Norte (Malanje), em 07-04-1974, a convite do escritor e amigo Vergílio Alberto Vieira (coordenador do referido suplemento e cumprindo, então, o serviço militar em Angola) o poema «O Mar Corou», depois, incluído (sem título) na coletânea Vibração de Nervos (1976, pág. 15). Ainda não consegui apurar o n.º do jornal e do suplemento, nem a página onde o poema saiu, pela primeira vez.
Reproduzo, abaixo, o poema tal como foi publicado em Vibração de Nervos (Ver AQUI) e o cabeçalho do referido suplemento cultural angolano.
Etiquetas:
«Convergência - Ecos do Norte - Malanje - Angola»,
«O Mar Corou»,
David F. Rodrigues,
David Guerreiro,
dispersos,
pão integral,
poemas,
Vergílio Alberto Vieira.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
estes cantares fez & som escarnhos d'ora
opinião crítica de Manuel Maria
O princípio da identidade, indispensável ao raciocínio lógico, tende a
conduzir-nos à necessidade de a tudo colarmos um rótulo, ou seja, conferir uma
espécie de bilhete de identidade. Ora é justamente o que se não deve fazer a estes
cantares fez & som escarnhos d’ora, a mais recente publicação, em
livro, da obra poética de David F. Rodrigues.
Devo confessar que estes cantares não me surpreenderam. E não me
surpreenderam, porque, apesar da expectativa ser sempre elevada, há sempre
sobejos motivos que confirmam esta minha soberba e despudorada exigência: a
excelência da sua criação, fruto da sua inegável criatividade e do empenho
aturado e exaustivo que confere a cada um dos seus textos.
Doutorado e especialista em Teoria do Texto, o poeta demonstra,
uma vez mais, conhecer e dominar, como poucos, a matéria prima de que se serve
para a construção e/ou desconstrução de uma tessitura que só pode arrebatar
qualquer leitor, mesmo que, eventualmente, não domine tão completamente o
código de que se serve o poeta.
Interventivo na sociedade em que se encontra inserido, parece pretender o
poeta (esta repetição próxima não é uma distração, é, antes, uma reiteração,
mais do que merecida) que a sua poesia transpareça, quiçá afirme, o testemunho
inequívoco de uma cidadania de que não quer nem deve abdicar. O resultado final
são estes cantares, que são de escárnio e são-no d’ora, porque
mais não fazem do que nos mostrar como a realidade que o/nos rodeia é captada com
tão perspicaz acuidade sensorial.
Conhecedor exaustivo de uma estrutura de superfície e de uma estrutura
profunda, manipula o significante a seu bel-prazer, obtendo uma pluralidade de
significados que vão ao encontro do que postulava/postula a Arte de Trovar
(“per palavras cobertas que hajam dous entendimentos, pera lhe-lo nom
entenderem […] ligeiramente”). E serve, na perfeição, a máxima latina dos
nossos comediantes e satíricos: “ridendo
castigat mores” = “corrige os costumes sorrindo”.
Mais do que se possa dizer/escrever acerca de, é imperiosa a leitura
atenta – e lúdica! – d’estes cantares de David F. Rodrigues.
Porto, 06 de maio de 2016
Manuel Maria
Subscrever:
Mensagens (Atom)















