NB1 - Comemorando-se, hoje, o Dia do Trabalhador, creio que estes versos vêm a propósito da efeméride. Aqui os deixo à consideração e benevolência das/os Amigas/os.
domingo, 1 de maio de 2016
sábado, 30 de abril de 2016
IV. Frutos da Terra e do Homem
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
JORGE VELHOTE
TRÊS
POEMAS
do
livro
É FRIA A ÁGUA NA ESCURIDÃO DOS POÇOS
(Inédito)
Jorge
Velhote, Porto, Maio 1954.
Crê que ao olhar se
devolve o trânsito da imaginação, restos e fragmentos da natureza, a
proximidade dos espelhos, do abismo onde se despenha a solidão e se crava o
fulgurante punhal da memória. Cada poema, cada fotografia, desnuda nocturno os
vestígios urdidos em cenário e emerge mundo reflectido pela amplificação dos
seus sinais. Nesse tumulto perpassa o recolhimento entre luz e sombra, o ímpeto
cintilante das águas, a metamorfose dos enigmas e dos segredos. O que para além
das palavras se declina elevando-se essência de claridade: Atrito de Gotas (em colaboração); Os Sinais Próximos da Certeza;
Hermeneutical Studies; Os Mapas Sem Fronteiras Sufocam Os Lugares; Máquina de
Relâmpagos; Pele; Narrativa da Foz Do Douro; Luz Plural (em colaboração).
segunda-feira, 25 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XIII)
III.1. Poemas (XIII)
Em 1986, o país celebrou o décimo segundo aniversário da Revolução do 25 Abril de 1974.
Entre as várias ações e atividades, então levadas a cabo (políticas, culturais, desportivas e recreativas), conta-se a edição da revista Sempre, pela Associação 25 de Abril (Delegação no Norte - Porto).
Convidado a participar com um inédito, nesta publicação colaborei com o poema seguinte que, na revista, se encontra na pág. 15.
Apresento, depois, a capa da referida publicação. No quadro central, encontram-se os nomes dos autores que a Sempre deram, com inéditos, a sua colaboração cultural e cívica.
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domingo, 24 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XII)
NB1 - Corrigi gralha, no último verso, da quarta quadra.
NB2 - Este juvenilia foi, depois, recolhido no livro Vibração de Nervos (1976, pp. 11-12), também sem a última estrofe, sem pontuação e em minúsculas, conforme se pode ver / ler AQUI.
III.1. Poemas (XII)
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no jornal Diário do Minho (Braga), no dia 10/06/1972, creio que no seu suplemento cultural «Parábola», cujo n.º e página ainda não recuperei (guardei apenas o recorte com a indicação do jornal), o poema seguinte. O manuscrito tem a data de 4/4/71, mas sem a última estrofe.
NB1 - Corrigi gralha, no último verso, da quarta quadra.
NB2 - Este juvenilia foi, depois, recolhido no livro Vibração de Nervos (1976, pp. 11-12), também sem a última estrofe, sem pontuação e em minúsculas, conforme se pode ver / ler AQUI.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
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