III. Dispersos
III.1. Poemas (XIV)
sexta-feira, 29 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XIII)
III.1. Poemas (XIII)
Em 1986, o país celebrou o décimo segundo aniversário da Revolução do 25 Abril de 1974.
Entre as várias ações e atividades, então levadas a cabo (políticas, culturais, desportivas e recreativas), conta-se a edição da revista Sempre, pela Associação 25 de Abril (Delegação no Norte - Porto).
Convidado a participar com um inédito, nesta publicação colaborei com o poema seguinte que, na revista, se encontra na pág. 15.
Apresento, depois, a capa da referida publicação. No quadro central, encontram-se os nomes dos autores que a Sempre deram, com inéditos, a sua colaboração cultural e cívica.
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David F. Rodrigues,
David Rodrigues,
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poemas
domingo, 24 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XII)
NB1 - Corrigi gralha, no último verso, da quarta quadra.
NB2 - Este juvenilia foi, depois, recolhido no livro Vibração de Nervos (1976, pp. 11-12), também sem a última estrofe, sem pontuação e em minúsculas, conforme se pode ver / ler AQUI.
III.1. Poemas (XII)
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no jornal Diário do Minho (Braga), no dia 10/06/1972, creio que no seu suplemento cultural «Parábola», cujo n.º e página ainda não recuperei (guardei apenas o recorte com a indicação do jornal), o poema seguinte. O manuscrito tem a data de 4/4/71, mas sem a última estrofe.
NB1 - Corrigi gralha, no último verso, da quarta quadra.
NB2 - Este juvenilia foi, depois, recolhido no livro Vibração de Nervos (1976, pp. 11-12), também sem a última estrofe, sem pontuação e em minúsculas, conforme se pode ver / ler AQUI.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XI)
III.1. Poemas (XI)
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no jornal Cardeal Saraiva (Ponte de Lima), no dia 29/12/1972 (n.º 2516, Ano LXII), página 2, o poema seguinte. O «soneto» saiu, então, com algumas gralhas, que corrijo, na versão reproduzida, em paralelo. Apresento, também, o cabeçalho do referido n.º do referido jornal.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
estes cantares fez & som escarnhos d'ora
opinião crítica de Jorge Velhote

Confesso,
David, ter sido uma grande surpresa, a leitura do teu estes cantares fez
& som escarnhos d’ora.
Não esperava tanta 'arte de mão' e tanto
controlo sobre um texto poético, irónico e sarcástico, que me levou a rir
imensas vezes.
É um livro
de atenção extrema ao real diário, quase página de jornal de referência e
pasquim de província, não olhando a meios para dizer, sem medos, ao que vem. E
vai a eito, até à degola da língua, que agora se diz dever ser usada,
introduzindo uma prótese para um novo dizer, como se surdos fôssemos ou no
dizer tropeçássemos, porque mais velhos ou cambos dos passos, que sempre
andamos argutos, no florilégio da língua que aqui nos trouxe, dela cuidando
sempre.
Caramba,
livro muitíssimo bem escrito! Nem imagino como se faz, mas vendo bem, tudo é
tão evidente, que ofusca. É maravilhosa a construção sintática. E a
musicalidade de antanho está lá toda, sem doçura ou arrebiques, dando a ver o
que se escreve, para ser dito.
É mesmo poesia e versos para engolir.
Creio que
dará um belo espetáculo de leitura, com leitores argutos e música a sublinhar.
Fiquei
encantado!
Afetuoso
abraço do
Jorge
Velhote
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