sexta-feira, 22 de abril de 2016

III. Dispersos

III.1. Poemas (XII)


Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no  jornal Diário do Minho (Braga), no dia 10/06/1972, creio que no seu suplemento cultural «Parábola», cujo n.º e página ainda não recuperei (guardei apenas o recorte com a indicação do jornal), o poema seguinte. O manuscrito tem a data de 4/4/71, mas sem a última estrofe. 


NB1 - Corrigi gralha, no último verso, da quarta quadra.
NB2Este juvenilia foi, depois, recolhido no livro Vibração de Nervos (1976, pp. 11-12), também sem a última estrofe, sem pontuação e em minúsculas, conforme se pode ver / ler AQUI.


terça-feira, 19 de abril de 2016

III. Dispersos

III.1. Poemas (XI)


Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no  jornal Cardeal Saraiva (Ponte de Lima), no dia 29/12/1972 (n.º 2516, Ano LXII),  página 2, o poema seguinte. O «soneto» saiu, então, com algumas gralhas, que corrijo, na versão reproduzida, em paralelo. Apresento, também, o cabeçalho do referido n.º do referido jornal.




segunda-feira, 18 de abril de 2016


estes cantares fez & som escarnhos d'ora

opinião crítica de Jorge Velhote




Confesso, David, ter sido uma grande surpresa, a leitura do teu estes cantares fez & som escarnhos d’ora.
Não esperava tanta 'arte de mão' e tanto controlo sobre um texto poético, irónico e sarcástico, que me levou a rir imensas vezes.
É um livro de atenção extrema ao real diário, quase página de jornal de referência e pasquim de província, não olhando a meios para dizer, sem medos, ao que vem. E vai a eito, até à degola da língua, que agora se diz dever ser usada, introduzindo uma prótese para um novo dizer, como se surdos fôssemos ou no dizer tropeçássemos, porque mais velhos ou cambos dos passos, que sempre andamos argutos, no florilégio da língua que aqui nos trouxe, dela cuidando sempre.
Caramba, livro muitíssimo bem escrito! Nem imagino como se faz, mas vendo bem, tudo é tão evidente, que ofusca. É maravilhosa a construção sintática. E a musicalidade de antanho está lá toda, sem doçura ou arrebiques, dando a ver o que se escreve, para ser dito.
É mesmo poesia e versos para engolir.
Creio que dará um belo espetáculo de leitura, com leitores argutos e música a sublinhar.

Fiquei encantado!

Afetuoso abraço do

Jorge Velhote

quinta-feira, 14 de abril de 2016

III. Dispersos

III.1. Poemas (X)

Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no  jornal Diário do Minho (Braga)em 10/06/1972, creio que no seu suplemento cultural «Parábola», mas cujo n.º e página ainda não recuperei (guardei apenas o recorte com a indicação do jornal), o poema seguinte. É mais um dos meus «juvenilia».