quarta-feira, 20 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (XI)
III.1. Poemas (XI)
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no jornal Cardeal Saraiva (Ponte de Lima), no dia 29/12/1972 (n.º 2516, Ano LXII), página 2, o poema seguinte. O «soneto» saiu, então, com algumas gralhas, que corrijo, na versão reproduzida, em paralelo. Apresento, também, o cabeçalho do referido n.º do referido jornal.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
estes cantares fez & som escarnhos d'ora
opinião crítica de Jorge Velhote

Confesso,
David, ter sido uma grande surpresa, a leitura do teu estes cantares fez
& som escarnhos d’ora.
Não esperava tanta 'arte de mão' e tanto
controlo sobre um texto poético, irónico e sarcástico, que me levou a rir
imensas vezes.
É um livro
de atenção extrema ao real diário, quase página de jornal de referência e
pasquim de província, não olhando a meios para dizer, sem medos, ao que vem. E
vai a eito, até à degola da língua, que agora se diz dever ser usada,
introduzindo uma prótese para um novo dizer, como se surdos fôssemos ou no
dizer tropeçássemos, porque mais velhos ou cambos dos passos, que sempre
andamos argutos, no florilégio da língua que aqui nos trouxe, dela cuidando
sempre.
Caramba,
livro muitíssimo bem escrito! Nem imagino como se faz, mas vendo bem, tudo é
tão evidente, que ofusca. É maravilhosa a construção sintática. E a
musicalidade de antanho está lá toda, sem doçura ou arrebiques, dando a ver o
que se escreve, para ser dito.
É mesmo poesia e versos para engolir.
Creio que
dará um belo espetáculo de leitura, com leitores argutos e música a sublinhar.
Fiquei
encantado!
Afetuoso
abraço do
Jorge
Velhote
sábado, 16 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
III. Dispersos
III.1. Poemas (X)
III.1. Poemas (X)
Com o pseudónimo de David Guerreiro, publiquei, no jornal Diário do Minho (Braga), em 10/06/1972, creio que no seu suplemento cultural «Parábola», mas cujo n.º e página ainda não recuperei (guardei apenas o recorte com a indicação do jornal), o poema seguinte. É mais um dos meus «juvenilia».
quarta-feira, 13 de abril de 2016
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