Publicado, depois, em estes cantares fez & som escarnhos d'ora. Ed. A. / Viana do Castelo, 2105/2016, pp. 46-7.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação dopost anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - O poema acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (desenho em aguarela, pastel seco sobre papel)do Pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".
NB - Publicado depois, sem título com a numeração «9.», em o rosto, Leça da Palmeira, Eufeme, n.º 14 da coleção «Poetas da Eufeme», 2018, p. 17.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação dopost anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - O poema acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (desenho em aguarela, pastel seco sobre papel)do Pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".
quarta-feira, 1 de julho de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação dopost anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - O poema acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (desenho em pastel seco e tinta da china sobre papel)do Pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".
terça-feira, 30 de junho de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação dopost anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - O poema acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (desenho em pastel seco sobre papel)do Pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".
segunda-feira, 29 de junho de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação dopost anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - O poema acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (desenho em aguarela e tinta da china sobre papel)do Pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post".