domingo, 8 de março de 2015




IV. Frutos da Terra e do Homem


                        Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


                            João de Deus faz hoje 185 anos.


NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / João de Deus.
NB2 - Foram respeitadas grafia a pontuação da edição consultada.

sexta-feira, 6 de março de 2015

I. Poesia em livro

           
                                        Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.

[Continuação do post anterior, dentro da mesma rubrica.]



Obs. - O exercício poético acima apresentado é seguido de uma interpretação / leitura (desenho a tinta da china sobre papeldo pintor Francisco Trabulo, a quem muito agradeço a oferta e a autorização da sua reprodução, neste "post". 

quarta-feira, 4 de março de 2015

IV. Frutos da Terra e do Homem


                          Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.

           
               Eugénio de Castro faz hoje 146 anos.



NB1 - As fotografias do Poeta foram colhidas em Google+ / Imagens / Eugénio de Castro.
NB2 - Foram respeitadas grafia a pontuação da edição consultada.

segunda-feira, 2 de março de 2015


IV. Frutos da Terra e do Homem


                    Areia do Teu Nome (Poesia amorosa) é uma nova coletânea de poemas da autoria de Maria do Sameiro Barroso. Disse coletânea, na medida em que, neste volume, conforme a poetisa refere, em nota, no final do livro, estamos perante «poemas de temática amorosa, publicados em versões anteriores, em antologias e revistas literárias», tendo-lhe juntado, todavia, «alguns inéditos.» [p. 61] 
          A poetisa tem o cuidado de subintitular a coletânea de «Poesia amorosa» e não de poesia de amor, para evitar, possivelmente, eventuais confusões entre poemas de conteúdo e natureza sobretudo afetivos e/vs. poemas de conteúdo e natureza mais eróticos.
          De facto, é essencialmente no âmbito da segunda hipótese que se inscrevem os poemas de Areia do Teu Nome, mesmo quando, como no belíssimo poema que a seguir se transcreve, uma comedida e discreta sensualidade / sexualidade, desejada, primeiro, e praticada, depois, pelo sujeito poético, se inscreve como condição natural, porém, de vida entre os dois amantes. Convém ter presente, por outro lado, que se trata de um livro de poesia. Por isso, o amor que aqui se desfruta é, antes de mais, «a seiva doce do poema». [p. 49]


Obs. - Agradeço à poetisa a amável oferta do livro.