Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação
do post anterior, dentro da mesma rubrica.]
Obs. - Com este post, termino a edição, neste blogue, dos poemas incluídos em Dilúvio de Chamas (1985). O próximo será constituído por paratextos do mesmo livro.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Obs. - Agradeço à Graça Costa a autorização para utilizar, como ilustração, a fotografia que publicou na sua «cronologia» do FB e que está na origem deste meu exercício poético. Muito obrigado, Graça.
Publicado depois, com a numeração «3.», em o rosto, Leça da Palmeira, Eufeme, n.º 14 da coleção «Poetas da Eufeme», 2018, p. 11.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
NB - Todos os direitos reservados.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
trémula levemente
tímida
a mão lá fui
devagarinho
deslizando entre os
ramos
tenros até junto do
ninho
nesse instante a
mansa ave
inesperadamente num
grito
súbito estridente
levantava
um veloz voo a
recolheu
invisível entre a
erva brava
que sedenta a fonte
cercava
despertei de costas
caído sobre
rude silvedo
esquecível mais não
a cicatriz dos
inúmeros espinhos
que hoje ainda me
afetam o coração
david
f. rodrigues
viana, 11-02-2015
NB - Todos os direitos reservados.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
I. Poesia em livro
Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação do post anterior, dentro da mesma rubrica.]