Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
IV. Frutos da Terra e do Homem

Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
No Mato, aí pelos anos de 1960-70, era como se mostra na imagem seguinte: os trabalhos agrícolas eram realizados por mulheres e crianças. A grande maioria dos jovens ou estava na guerra colonial ou tinha emigrado (sobretudo para a França), tal como os homens na força da idade, ou na idade em que ainda tinham forças. Houve famílias inteiras que, uns atrás dos outros, todos os seus elementos emigraram. E por lá ficaram.
NB - A fotografia do arado, sobre a qual foi inscrito o poema de A. M. Pires Cabral, foi colhida na internete.
sábado, 7 de junho de 2014
I. Poesia em livro

Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
[Continuação do post anterior, dentro da mesma rubrica]
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
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