segunda-feira, 9 de junho de 2014

IV. Frutos da Terra e do Homem


                           Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.



domingo, 8 de junho de 2014

IV. Frutos da Terra e do Homem

             
              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


No Mato, aí pelos anos de 1960-70, era como se mostra na imagem seguinte: os trabalhos agrícolas eram realizados por mulheres e crianças. A grande maioria dos jovens ou estava na guerra colonial ou tinha emigrado (sobretudo para a França), tal como os homens na força da idade, ou na idade em que ainda tinham forças. Houve famílias inteiras que, uns atrás dos outros, todos os seus elementos emigraram. E por lá ficaram.


NB - A fotografia do arado, sobre a qual foi inscrito o poema de A. M. Pires Cabral, foi colhida na internete.


sábado, 7 de junho de 2014

I. Poesia em livro


               Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.
  
[Continuação do post anterior, dentro da mesma rubrica]





sexta-feira, 6 de junho de 2014

IV. Frutos da Terra e do Homem

                              Todos os dias são da poesia e sua partilha, como pão nosso de cada dia.


NB - A caricatura que ilustra o poema é de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905)

quarta-feira, 4 de junho de 2014




A imagem em fundo é litografia (colorida) de Alfredo Roque Gameiro, datável de 1909.

NB - Desculpem cá voltar ainda hoje, mas é que, como diria o Poeta A. M. Pires Cabral, «Trago assanhada a veia da poesia.» [Gaveta do Fundo, 2013: 32]





fom$gerada




banco
mundial contra a fome
contra a fome mundial
banco

mundial
banco contra a fome
contra a fome banco
mundial

a fome
mundial contra banco
contra banco mundial
a fome

david f. rodrigues
viana, 04-06-2014



[Também em estes cantares fez & som escarnhos d'ora (2015/2016)Viana do Castelo: ed./a., « 27», p. 27. 

"Postagem" atualizada em 11-12-2017.]